O que fazemos com a solidão que ás vezes nos bate á porta?... Não abrimos. Deixamos que ela bata, cada vez com mais força até nos doer os ouvidos de tanto barulho. Com tanta dor a sufocar-nos, vai chegar a altura em que vamos ter de abrir a porta e deixá-la entrar porque já não temos mais forças para a segurar. Podemos pensar que os problemas dos outros são bem piores, pensamos na fome que há no mundo, nas doenças incuráveis, na morte de milhares e milhares de pessoas por esse mundo fora, na guerra, nas desgraças naturais. Pensamos? Alguém pensa nisso quando os olhos insistem em chorar e o coração bate sufocado pela dor? Alguém pensa que, em qualquer lugar deste mundo, no mesmo momento, alguém chora por não ter o que comer, o que vestir, um sítio para dormir? Todos sabemos que a fome e a guerra existem e muitos de nós têm consciência de que os problemas que temos são uma migalha no meio de tanta desgraça, mas quando a dor bate á nossa porta... olhamos só para nós. É legítimo que assim seja... temos um orgão chamado coração que habita o corpo de cada um de nós, que quando é magoado, grita, sem pensar em mais nada.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
sábado, 18 de agosto de 2007
E não é que deu certo!
Caranguejo é o signo do sonho, da sensibilidade, da doçura, da ternura, da imaginacão e da memória tenaz que fixa e idealiza as recordacões, acontecimentos e sentimentos do passado para se proteger contra as incertezas do futuro. Doçura, receptividade, sensibilidade, exaltacão dos sentimentos, fecundidade, sonho, imaginacão, creatividade. Temperamento passivo, sensitivo, posto á defensiva. Necessidade de ternura, de compreensão, de protecção. Recusa da agressividade devido á incapacidade de conservar o sangue-frio numa situacão de confronto. Natureza contemplativa, impressionável, caprichosa, com mudancas de humor e uma imaginação fertil. Carácter intuitivo, influenciável, que ás vezes se mostra tenaz e obstinado nas suas escolhas e objectivos. Espirito sonhador, criativo, inspirado, nostálgico, angustiado, conservador. Falta-lhe sentido prático, compensado por uma abnegação maternal e uma doçura infantil cheia de encanto. O amor de Caranguejo tem sempre algo de um conto de fadas, com a sua princesa, o seu príncipe encantado, mas também com uma maldição a combater e monstros ameaçadores. É o amor puro das crianças, o amor maternal, o amor romântico, mergulhado num sonho ideal e inacessível ou definitivamente parado num rosto e num nome.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Indefinido
"Apetecia-me inundar a tua vida de sonhos, apetecia-me cobrir-te de livros, filmes e outros presentes que te enchessem de mim, mas controlei-me como pude, porque já aprendi que não podemos dar mais aos outros do que eles estão habituados a receber."Apetecia-me abrir a janela e gritar o teu nome na esperança que me ouvisses e viesses ao meu encontro sempre que preciso de te ver. Ás vezes chego a pensar que preciso sempre de te ver, por isso, ao invés da incógnita de chamar o teu nome, faço outra coisa... Algo que sei que acontece sempre. Dizem que ando muitas vezes com os olhos fechados, mas... não sei como nem porquê, de olhos fechados, vejo-te sempre. A primeira vez foi um choque, pensei que fosse algum tipo de bruxaria e que um espírito maligno tinha entrado em mim para me enlouquecer, ou talvez que fosse alguém com poderes sobrenaturais, mas quando senti o brilho nos meus olhos após ter visto a tua imagem esqueci todas os espíritos e bruxas da vida e sorri por ter conseguido arranjar uma forma de te ver quando não estás ao meu lado... E é tão simples, basta fechar os meus olhos. Podia ter o nome que quisesse, o que importava? O importante era ver-te.
Hoje estou aqui sentada, a escrever para ti e por ti e, claro, á espera de ti. Apesar de saber que não vens, continuo a esperar por ti porque não consigo parar de o fazer, é uma força que me faz viver. Apesar de saber que não respiras o mesmo ar que eu, continuarei á tua espera porque já não consigo libertar-me da magia que fizeste comigo... Talvez seja a mesma que me faz ver-te quando fecho os olhos. Talvez eu tenha mesmo poderes sobrenaturais, ou talvez seja bruxaria, ou então és tu quem tem poderes de magia e escolheste-me como cobaia, não sei. Neste circo da vida aprendi que todos os truques são permitidos. Não quero arranjar um nome para o que sinto, não sei se é magia, ilusão, sonho ou delírio, sei que tem um gosto a doce de morango com molho de chocolate e isso chega para me pôr água na boca.
Gostava de parar de pensar em ti, de deixar de sentir-te, de deixar de te levar comigo para qualquer lugar, de tirar-te de dentro dos meus olhos para conseguir dormir sem ter de ver os teus, de te expulsar de mim... Mas, em momentos como estes em que fico parada no tempo a pensar em ti, a vontade de te querer é bem mais forte da que me faz abrir mão de ti. Magia, novamente, é mais forte que eu e do que todos os pensamentos realistas que vão sobrevivendo dentro de mim a muito custo.
Não estou nos meus dias para te falar dos meus sentimentos nem sei se haverá um bom dia para te falar sobre isto. Todos os dias deveriam ser bons quando se trata de expressar emoções verdadeiras, mas para mim, este dia tem demorado mais a passar do que os outros porque quando não estás comigo todos os segundos parecem uma eternidade. A tua ausência sufoca-me a alma e não deixa que as palavras certas se soltem. Saem apenas as erradas... aquelas que não quero dizer, que não quero mostrar, que não deixam filtrar-se e escorregam-se-me por entre os dedos.
Deves estar cansado de ver tanta letra e eu também estou cansada... Cansada de ter os olhos abertos e não te conseguir ver. Vou aconchegar-me nos lençois, pôr a cabeça na almofada e esperar que a magia dos olhos fechados te faça encontrar-te comigo para descobrires como é doce este sentimento que, por magia, me faz ver-te.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
O gigante copo ficou cheio!
Podes dizer. Não me feres mais do que já feriste. Não me desiludes mais do que já desiludiste. Não me magoas mais do que já magoaste.
O hoje são somente restos do que se provou ontem...
Já muito disse, já muito fiz, já houve muito de muito.
Nem mais uma palavra sobre isto.
O hoje são somente restos do que se provou ontem...
Já muito disse, já muito fiz, já houve muito de muito.
Nem mais uma palavra sobre isto.
1º passo: delete
2º passo: esvaziar reciclagem
3º passo: orgulho em mim!!
2º passo: esvaziar reciclagem
3º passo: orgulho em mim!!
Ultimamente...
[ Alguém que saiba o significado disto faça o favor de me esclarecer... e nada daquelas boquinhas de ah e tal... "a psicóloga aqui és tu!" Bem mais fácil é avaliar os outros... ]
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Truly Madly Deeply
Ela sente aquele sentimento... por ele.Há tanto tempo que o seu coração não pedia isto. Há tanto tempo que as suas mãos não pediam o toque. Há tanto tempo que os seus suspiros não expressavam o sentimento. Há tanto tempo que a paz não estava com ela. Há tanto tempo que os sorrisos eram tão poucos. Há tanto tempo que este sentimento não lhe tocava a alma fazendo-a desejar, querer, ter, amar, viver.
Há tanto tempo que ela se prendia a ela mesma julgando que assim era feliz.
Ele foi embora mas não a deixou sozinha. Deixou-lhe todas as lembranças dos momentos em que voltou a fazê-la brilhar.
domingo, 12 de agosto de 2007
Here with me
Suddenly you take my breath away
Softly as the wind the words you say
Softly as the wind the words you say
There’s no rush in my heart
It’s a dream when you are here with me
Here with me
I can hear you call from miles away
Softly as the wind
The words you say
Softly as the wind
The words you say
I’ve been down without you by my side
All my life
I just need you to stay
Here with me...
domingo, 5 de agosto de 2007
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
|Desabafos...|
Não sou perfeita, sou humana. Erro muito com as pessoas e deixo, muitas vezes, que elas errem comigo. Deixo-me guiar pelo orgão mais ingénuo e crente que temos: o coração.
A cabeça diz-me, várias vezes, para parar mas eu ignoro-a... Não sei porque sempre tive esta mania absurda de pensar que o coração me faz sempre mais feliz. Não... não faz. O coração machuca, faz ferida, faz-me ir ao céu em um segundo e bater com a cabeça no chão logo no segundo a seguir.
Nem o medo e a insegurança o fazem parar de bater tão acelerado...
Apesar de pôr a culpa nos outros, a culpa é unicamente minha. Em 21 anos de existência ainda não consigo racionalizar emoções e pará-las a tempo. Depois de tantas quedas, já era tempo de começar a abrir os olhinhos e pensar que a vida não é o que eu queria que ela fosse e que nem sempre os sonhos são para ser levados a sério. Ás vezes, a maioria, não passam disso mesmo... Sonhos. A realidade é dura e o coração tem de aprender que ao entregar-se ás emoções que sente pode entrar num labirinto de onde nunca mais consiga sair.
Podia ser como a maioria das raparigas... Confesso até que, nos momentos mais estúpidos e em que me sinto mais magoada com a vida e com as pessoas, tenho inveja delas. Elas que não se prendem a ninguém, que vivem para o momento presente e conseguem racionalizar os sentimentos. Com toda a sinceridade acredito que era capaz de viver mais a vida, de chegar ao final e pensar que fui "bué rebelde" e experimentei coisas altamente. Ser fria e não me ligar ás pessoas pelo coração mas sim pelo que elas me podem trazer de bom. Ver cada ser humano com um preço, do género dos produtos que vemos á venda nos supermercados. Talvez numa próxima encarnação consigam fazer-me desse modo... talvez consigam fazer com que as emoções não tenham o valor da razão, mas nesta já não há nada a fazer. É defeito de fabrico. A primeira razão é porque não quero mudar a minha postura, apesar de sofrer. Gosto de mim. Gosto de conseguir olhar para as pessoas e ver nelas qualquer coisa de bom, ainda que mais tarde venha a constatar que o bom que eu via era em mim e não nelas. Posso andar uma vida inteira a enganar-me com as pessoas que continuarei a gostar de mim e a ser eu mesma.
Ás vezes não me protejo como devia. Simplesmente deixo-me ir... e nessas alturas não é a cabeça que me guia, são os sentimentos e mais uma vez quando dou por mim estou na merda.
É difícil esta cena de viver quando pensamos todos tão diferentes uns dos outros. Difícil deixar de pensar no que os outros pensam para além do que eu penso. Difícil ter de agir em conformidade com a minha segurança. Difícil por-me em standby quando quero correr com o tempo. Difícil, mas não impossível.
Quem me conhece bem sabe como eu sou, como funciono. Quem ainda não teve oportunidade de me conhecer assim tão bem é apenas uma questão de tempo. Acredito que não são as palavras que dão as pessoas a conhecer, são as atitudes aliadas ao tempo.
A cabeça diz-me, várias vezes, para parar mas eu ignoro-a... Não sei porque sempre tive esta mania absurda de pensar que o coração me faz sempre mais feliz. Não... não faz. O coração machuca, faz ferida, faz-me ir ao céu em um segundo e bater com a cabeça no chão logo no segundo a seguir.
Nem o medo e a insegurança o fazem parar de bater tão acelerado...
Apesar de pôr a culpa nos outros, a culpa é unicamente minha. Em 21 anos de existência ainda não consigo racionalizar emoções e pará-las a tempo. Depois de tantas quedas, já era tempo de começar a abrir os olhinhos e pensar que a vida não é o que eu queria que ela fosse e que nem sempre os sonhos são para ser levados a sério. Ás vezes, a maioria, não passam disso mesmo... Sonhos. A realidade é dura e o coração tem de aprender que ao entregar-se ás emoções que sente pode entrar num labirinto de onde nunca mais consiga sair.
Podia ser como a maioria das raparigas... Confesso até que, nos momentos mais estúpidos e em que me sinto mais magoada com a vida e com as pessoas, tenho inveja delas. Elas que não se prendem a ninguém, que vivem para o momento presente e conseguem racionalizar os sentimentos. Com toda a sinceridade acredito que era capaz de viver mais a vida, de chegar ao final e pensar que fui "bué rebelde" e experimentei coisas altamente. Ser fria e não me ligar ás pessoas pelo coração mas sim pelo que elas me podem trazer de bom. Ver cada ser humano com um preço, do género dos produtos que vemos á venda nos supermercados. Talvez numa próxima encarnação consigam fazer-me desse modo... talvez consigam fazer com que as emoções não tenham o valor da razão, mas nesta já não há nada a fazer. É defeito de fabrico. A primeira razão é porque não quero mudar a minha postura, apesar de sofrer. Gosto de mim. Gosto de conseguir olhar para as pessoas e ver nelas qualquer coisa de bom, ainda que mais tarde venha a constatar que o bom que eu via era em mim e não nelas. Posso andar uma vida inteira a enganar-me com as pessoas que continuarei a gostar de mim e a ser eu mesma.
Ás vezes não me protejo como devia. Simplesmente deixo-me ir... e nessas alturas não é a cabeça que me guia, são os sentimentos e mais uma vez quando dou por mim estou na merda.
É difícil esta cena de viver quando pensamos todos tão diferentes uns dos outros. Difícil deixar de pensar no que os outros pensam para além do que eu penso. Difícil ter de agir em conformidade com a minha segurança. Difícil por-me em standby quando quero correr com o tempo. Difícil, mas não impossível.
Quem me conhece bem sabe como eu sou, como funciono. Quem ainda não teve oportunidade de me conhecer assim tão bem é apenas uma questão de tempo. Acredito que não são as palavras que dão as pessoas a conhecer, são as atitudes aliadas ao tempo.
E se for?
É esperar e desesperar
Querer e não ter
Sentir medo e esquecê-lo quando te vejo
Sonhar acordada e a dormir
Iludir-me e desiludir-me
Dizer tudo sem nada ter dito
É recuar mas no fundo querer andar
É controlar o que digo, o que sinto, o que penso e o que quero dizer, sentir, pensar
É a vontade de ser feliz
É o medo de escorregar
É a vontade de bater com a cabeça.
Querer e não ter
Sentir medo e esquecê-lo quando te vejo
Sonhar acordada e a dormir
Iludir-me e desiludir-me
Dizer tudo sem nada ter dito
É recuar mas no fundo querer andar
É controlar o que digo, o que sinto, o que penso e o que quero dizer, sentir, pensar
É a vontade de ser feliz
É o medo de escorregar
É a vontade de bater com a cabeça.
"Tenho o meu lugar que guardo só pra mimEm segredo, onde o tempo não tem fim...
E sei onde encontrar, se certo é me perder
No instante, esse mundo tão meu...
Afasto sem quebrar, por todo o meu jardim, ramos soltos que me querem ver cair
Sei onde esperar se o certo é me encontrar, bem distante, nesse mundo tão meu
Sei eu, sei eu
De um mundo só meu...
Sei onde esperar se o certo é me encontrar, bem distante, nesse mundo tão meu
Sei eu, sei eu
De um mundo só meu...
Que há dentro de ti!"
segunda-feira, 30 de julho de 2007
|Desabafos|
Se quiseres fugir, chama-me. Prometo que não te impedirei de ires... mas posso fugir contigo.
Se quiseres falar, chama-me. Prometo que não direi nada... mas posso ficar bem quietinha a ouvir-te.
Se quiseres chorar, chama-me. Prometo que não secarei as tuas lágrimas... mas posso chorar contigo.
Mas, se um dia me chamares e eu não responder, vem depressa...
Se quiseres falar, chama-me. Prometo que não direi nada... mas posso ficar bem quietinha a ouvir-te.
Se quiseres chorar, chama-me. Prometo que não secarei as tuas lágrimas... mas posso chorar contigo.
Mas, se um dia me chamares e eu não responder, vem depressa...
domingo, 29 de julho de 2007
|Desabafo|
Eu sei que ando a escrever demais, mas também ando a precisar mais do que nunca. São tantas as vezes em que bate aquela sensação de angústia e de insegurança. Aquela sensação de inscontância e de desconforto emocional.
Amanhã vou para o pé do mar... vai saber bem, não só para "mudar de ares" e descansar, como também, quem sabe, modificar algumas coisas na minha maneira de encarar certas situações. Espero conseguir ter este espaço que preciso para pôr na minha cabecinha aquilo que realmente importa e esvaziar a reciclagem!!
Estou farta de, ainda, me culpar por coisas que sei que não sou culpada; de me marterizar por coisas das quais já devia estar mais do que habituada; de ter paciência para ti e não demonstrares nem um pouco de bom senso e maturidade pra mim; de querer dar passos em frente com um sorriso na cara e teres gosto em por-me em baixo; Estou farta de estar farta.
Ausente ou ocupada é como eu quero estar para todo esse tipo de coisas que me fazem realmente mal e me impedem de estar bem comigo mesma. Sim, ainda impedem, por muito pouco que seja, mas o dia vai chegar... Já o sinto!
Amanhã vou para o pé do mar... vai saber bem, não só para "mudar de ares" e descansar, como também, quem sabe, modificar algumas coisas na minha maneira de encarar certas situações. Espero conseguir ter este espaço que preciso para pôr na minha cabecinha aquilo que realmente importa e esvaziar a reciclagem!!
Estou farta de, ainda, me culpar por coisas que sei que não sou culpada; de me marterizar por coisas das quais já devia estar mais do que habituada; de ter paciência para ti e não demonstrares nem um pouco de bom senso e maturidade pra mim; de querer dar passos em frente com um sorriso na cara e teres gosto em por-me em baixo; Estou farta de estar farta.
Ausente ou ocupada é como eu quero estar para todo esse tipo de coisas que me fazem realmente mal e me impedem de estar bem comigo mesma. Sim, ainda impedem, por muito pouco que seja, mas o dia vai chegar... Já o sinto!
O Amor é...

"Amor é quando uma menina põe perfume e o menino põe loção pós-barba e eles se juntam e se cheiram."
Karl, 5 anos
"Amor é quando alguém te magoa e tu, mesmo magoado, não gritas porque sabes que isso fere os seus sentimentos."
Matthew, 6 anos
"Quando a minha avó teve artrite, ela não podia debruçar-se para pintar as unhas dos dedos do pé e o meu avô, desde então, pinta as unhas dela, mesmo quando ele tem artrite."
Rebecca, 4 anos

"Amor é quando o teu cachorrinho lambe a tua cara mesmo depois de tu o deixares em casa sozinho o dia todo."
Mary Ann, 4 anos.
"Quando alguém te ama, a forma de falar o teu nome é diferente."
Billy, 4 anos
"Amor é quando sais para comer e ofereces as tuas batatinhas sem esperares que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela."
Chrissy, 6 anos
"Amor é quando a mãe vê o pai todo suado e mal cheiroso e ainda assim diz que ele é mais bonito do que o Robert Redford."
Chris, 8 anos

"Não devíamos dizer amo-te a não ser quando realmente o sentissemos e se sentimos então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizer."
Jessica, 8 anos
"Se amas alguém os teus olhos sobem e descem e pequenas estrelinhas saem de ti"
Karen, 7 anos.
sábado, 28 de julho de 2007
Medo...
Não há uma altura ideal para as coisas acontecerem... elas apenas surgem sem que tenhamos oportunidade de gritar um não, ou dizer agora não me apetece, daqui a um ano a gente fala...
Não sei se existem momentos para que as coisas aconteçam nem tão pouco se podemos escolher. Eu sei que não consigo... Posso negar, arranjar subterfúgios, fingir que não se passa nada, mas não escolher. Tudo isso é dar a volta, proteger-me, mas não se trata de uma escolha, de uma opção.
Era tudo muito mais fácil se conseguissemos dizer que não ás nossas emoções, escolher um caminho mais fácil quando sabemos que o difícil é uma previsibilidade. Era simples virar a cabeça para o lado como fazemos quando não queremos ser incomodados. Difícil é ter de aceitar que, não temos controlo, que as coisas acontecem inesperadamente e que temos de baixar a cabeça e aceitá-las.
Há coisas que são tão boas que se existisse esse controlo de que falo, talvez nunca chegassemos a provar o seu sabor... mas como tudo tem dois lados, o lado negativo existe, para nos fazer ter medo. Ainda assim, a vida ensinou-me que devemos viver essas coisas boas, apesar do seu lado negativo, só assim vivemos plenamente...
Não sei se existem momentos para que as coisas aconteçam nem tão pouco se podemos escolher. Eu sei que não consigo... Posso negar, arranjar subterfúgios, fingir que não se passa nada, mas não escolher. Tudo isso é dar a volta, proteger-me, mas não se trata de uma escolha, de uma opção.
Era tudo muito mais fácil se conseguissemos dizer que não ás nossas emoções, escolher um caminho mais fácil quando sabemos que o difícil é uma previsibilidade. Era simples virar a cabeça para o lado como fazemos quando não queremos ser incomodados. Difícil é ter de aceitar que, não temos controlo, que as coisas acontecem inesperadamente e que temos de baixar a cabeça e aceitá-las.
Há coisas que são tão boas que se existisse esse controlo de que falo, talvez nunca chegassemos a provar o seu sabor... mas como tudo tem dois lados, o lado negativo existe, para nos fazer ter medo. Ainda assim, a vida ensinou-me que devemos viver essas coisas boas, apesar do seu lado negativo, só assim vivemos plenamente...
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Quero-te...
Sentir
como quem sente o ar a bater na cara;
o doce nos lábios depois de comer chocolate;
o cheiro do mar;
a água do duche a escorregar pelo corpo;
o frio a congelar os músculos;
o calor a derreter na pele;
Quero sentir-te...
assim como quem sente a perfeição da vida!!
(Ilucidem-me... Sou só eu que acho que ando muito Lamechas?? Será que é grave? Mata? Não te cuides não Patrícia Alexandra...)
Nostalgia Nostalgia...
Ultimamente anda a bater uma certa nostalgia... que até ando a gostar!!
Ontem quando cheguei a casa, fui ao baú daquilo que já fui, e tirei de lá tudo o que me fizesse recordar, ainda que por muito pouco que fosse, o que fui.
Adoro recordar os momentos felizes e até mesmo aqueles não tão felizes que passei. Olhar para o passado e (re)viver.
Como não podia deixar de ser, a música é o que mais guarda. Em cada letra há um momento, em cada ritmo há uma pessoa, em cada som há um sorriso ou uma lágrima.
Tirei do baú cds (sim, na altura ainda rendia comprar cds...) como: Silence 4, Shania Twain, Savage Garden, Backstreetboys, Ann Lee, entre tantos outros.
Empty Happy Song (Silence 4)
Being alone
I've been alone
So gone so long that I got tired of it
There's something wrong I can't recall the last
The first time that I felt happy
So you come up with this song
To sing along and make us all pretty
My love will never let me go
So I'll just get back on the world today
I'll find a meaning and a way to feel
Brighter than the sun
Another pill tells me I'm strong So strong so wrong to still believe in it
Whatever I need I need to believe
My faith is weak and gets me even more sick
So you come up with this song
To fool your heart and blind it till you can't see
How long have you been this gone
So I'll just grab some words to say
Without a meaningJust a way of forgetting that I'm all alone
Like a new year's eve party Where I am obliged to be happy
May the new year come with a song
An empty happy song To make my life so right for me
So you come up
With this song to shout and force yourself to believeThough we all know you're not that strong
Tired of so much pain Of living in this cloud of rainI need something to go onI've ran out of anesthetic
I'm becoming so pathetic
If you got nothing to hang onYou're not alone
Live die cry tonight
Let tears fall down your face and laugh
Don't waste your last words on sorrow
Live like there is no tomorrow and may we all be oneIn this song
An empty happy song To keep us smiling instantly
Become what we would like to be
Indulge ourselves to believe And though we'll never ever be
We'll pretend that we all can be...
Free!
Esta letra diz muito muito!!
Eu vou continuar a ouvir os Silence 4 e a pensar no que já era. Com licença...
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