terça-feira, 24 de julho de 2007

Ás vezes

...arrependo-me daquilo que digo e penso...

:)

O tempo passa e a vida não pára. Pelo menos, para alguns, como nós. Tenho aprendido que a vida é uma sessão de momentos que devem ser aproveitados da melhor maneira. Eu aproveitei e sei que tu também.
Não posso guardar-te numa gaveta e fingir que nunca passaste pela minha vida. Não posso desligar-te, como quem desliga o som do telemóvel, quando não pode ou não quer ser interrompido. Não posso fingir-te ausente de mim. Não posso nem quero. Foste, és e continuarás a ser especial. Apesar do tudo que não conseguimos controlar, do tudo que não conseguimos suportar, do tudo que nos fez chorar, do tudo que, ambos sabemos, que jamais se transformará em nada.
A vida vai fazer, certamente, com que tomemos rumos diferentes, mas nunca há-de fazer com que paremos de nos cruzar, nesses mesmos rumos. Eu acredito. Sei que, apesar de tudo, tu também.
Sinto-me feliz com a vida por ter-te posto no meu caminho. Sonhei. Aprendi. Vivi. Não me arrependo de nada.
Cinco anos cheios de vida que quero, para sempre, guardar em mim. O melhor e o pior, tudo nos fez crescer.

domingo, 22 de julho de 2007

Sai...

Aconteceu. As lágrimas correm pela minha cara sem que eu possa mandá-las para dentro de novo, para me sufocarem a alma com as batidas do coração descompassadas de tanta dor.
Não foi preciso muito para elas saírem. Estavam, há muito tempo, a querer soltar-se e hoje conseguiste. (ou será que fui eu mesma quem fez isso?)
Era tão bom se pudesse desfazer-me de ti como daquele vestido velho que não uso mais ou daquele telemóvel que já passou de moda. Descalçar-me de ti como dos sapatos que me fazem bolhas nos pés, apagar-te como apago a luz á noite quando me fere os olhos. Era tão bom que saísses de mim, que te descolasses, que te varresses do meu chão, do meu ar e levasses contigo o que teima em não sair de mim, Tu.

Never Let Go




Porque há coisas que nos tocam.
- O filme
- A história
- A música

The Guardian
Bryan Adams - Never Let Go

sexta-feira, 20 de julho de 2007

És tu

Poderia ser qualquer pessoa, qualquer um que se cruzasse no meu caminho e me fizesse ficar com as pernas bambas e a barriga ás borboletas. Podia ser o rapaz que me trás o correio, pela manhã, entregando-me cartas e bilhetes para assinar. Podia ser o outro do café, que me olha com olhinhos de carneiro mal morto e elogia o meu vestido, o meu cabelo e os meus olhos. Podia ser aquele, por quem tenho grande apreço e simpatia, e sei que sempre teve um fraquinho por mim. Mas não é. Não é o rapaz do correio, nem o do café, nem o pretendente de sempre. Por mais absurdo que seja, és tu.
És aquele que faz o meu pensamento sorrir sozinho, que me faz rir á gargalhada como se numa sessão de circo me encontrasse e a palhaça de serviço fosse eu, que me faz tremer as pernas e me dá borboletas na barriga, que por mais que as mande passear, as teimosas não voam.
És o pensamento do sempre e a realidade constante do nunca. És a esperança e a falta dela. És o caminho cheio de luz e a inquietação preocupante que alguém a apague.
Poderia ser um qualquer, mas não. És tu.

Mostra-me...

de uma maneira ou de outra, que também tu andas a coxear, com as palmas do coração doridas de tanto torceres os tornozelos.
Dá-me um sinal de que começas a sentir-me agarrada á tua pele ainda que o gel que usaste no último banho te tenha limpo todos os poros. Mostra-me que sim, que também tu sentes na tua língua o sabor dos beijos que não demos, o gosto das palavras que não trocámos, o quente no peito sem agasalho algum.
Faz-me sentir (-te).

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Aqueles Momentos...

- Rir até chorar
- Ver um lindo pôr do sol
- Um beijo de alguém especial
- Um abraço apertado
- Um sentimento positivo
- Uma alegria inesperada
- Encontrar dinheiro numas calças que não se usava há já algum tempo
- Ouvir aquela música que faz lembrar aquela pessoa especial
- Encontrar um velho amigo e sentir que as coisas importantes permanecem mesmo a longas distâncias
- Rir de mim mesma
- Acordar, olhar para o relógio e constatar que ainda posso dormir mais umas horinhas...
- Estar deitada, no quentinho, a escutar o barulho da chuva lá fora...
- Uma surpresa
- Uma sms de alguem especial que se lembrou de ti naquele momento
- Um sorriso de um amigo
- O quentinho da familia
- Acordar com carinhos
- Cair na cama quando o sono é muito
- Dar um mergulho quando o calor aperta
- Sair do duche, no Inverno, e ter uma toalha quentinha á espera
- Apaixonar-se


Momentos de ontem, de hoje, de amanhã, de sempre.
Momentos que marcam.
Momentos inesquecíveis.
Momentos meus, teus, dele, nossos.
Momentos de todos...
Momentos...
Especiais.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Magia

Os nossos corpos colados. Um beijo. Um toque. O silêncio do momento que tantas palavras quer soltar...
O sentimento. O desejo. A tua e a minha respiração. O calor de um abraço. A tua mão na minha. O teu, o meu sorriso. Os corações juntos.
A felicidade daquele momento que quer inundar o mundo de magia.

O Que Nos Faz Viver

É bastante difícil para mim controlar emoções. Sempre o foi. Desde muito cedo que sou espontânea, não só nas palavras mas principalmente naquilo que não se vê, no que está bem escondidinho dentro de nós, como as emoções e os sentimentos.
Não sou a única a não conseguir mandar nos sentimentos mas sou uma das pessoas para quem as emoções são bastante incontroláveis ao ponto de me magoar a mim mesma...

Ilusões
Sonhos
Desejos

Tudo aquilo que faz mal é incontrolável, porque em algum momento da vida nos fez tão bem que fomos incapazes de largar. É como um vício que se apodera dos nossos sentidos e faz o nosso corpo necessitar dele pra sobreviver.
As ilusões, os sonhos, os desejos... são assim. Não conseguimos viver sem eles e se tentarmos fazê-lo vai chegar o dia em que o nosso corpo vai pedir. Aí o que fazemos? Inevitavelmente vamos-nos iludir, sonhar, desejar e vai ser tão mas tão bom que vamos querer ficar assim eternamente. Passado uns tempos surge a ressaca... e só aí, no momento da queda ou da quase-queda, é que tomamos conhecimento do mal que causámos a nós próprios. Podemos culpar alguém por isso? Creio que não. Cada um é responsável por si mesmo... Ninguém nos obriga a ter ilusões e sonhos e a desejar ser feliz. É inato ao ser humano. Funcionamos assim... Todos nós queremos a felicidade e para chegar até ela experimentamos o caminho do sonho e da ilusão. E sabem que mais? Acredito que se aprende com os erros, mas não se aprende a deixar de sonhar. Não sonhar é não viver... Não ter ilusões é não respirar... Não desejar é não existir!
Podemos cair bem fundo e bem fundo iremos sonhar de novo, iludir-nos de novo, desejar de novo. Porque isso é que é viver.
Já caí bem fundo, já me levantei, já cometi os mesmos erros, já cometi erros bem piores do que os anteriores, já fui infantil, mimada, sonhadora, já me iludi mais do que devia, já me desiludi ao ponto de sufocar de dor, já me senti a pior pessoa do mundo e a melhor, já magoei, já me magoaram, já pedi desculpa e já perdoei, já pensei que fosse para sempre e já pensei que nem sequer fosse começar, já chorei, já ri até chorar. Apesar das quedas já vivi tanta coisa e há tanta que quero viver. Emendando os erros mas nunca deixando de ser eu mesma... com os meus sonhos, os meus desejos e as minhas ilusões que me ajudam a lutar e a tentar ser todos os dias uma pessoa melhor.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Não há condições!

Mas porquê?
Porquêêêê??...






Porque é que quando entro oficialmente de férias... começa a chover?

domingo, 15 de julho de 2007

Não sei o que fizeste mas...

...estou tão presa a ti que a única porta que me liberta é também aquela que me faz encontrar-te.


Existe um sentimento puro e lindo que nos faz voar ao mesmo tempo que nos prende. Não sei que nome tem nem que nome lhe atribuem mas tem um gosto doce e ouvi dizer que faz brilhar os olhos.

sábado, 14 de julho de 2007

Momentos como este...

Escuro. Silêncio. Calma. Respiração. O barulho das teclas pedindo mais e mais palavras soltas. Um suspiro. Um momento. Apenas mais um momento.
A solidão deste momento não me sufoca, não me perturba, não me faz tremer por dentro. Dá-me paz, sossego, aconchego e uma imensa vontade de escrever. Uma vontade profunda que não encontra explicação, que somente aparece e tem reacção em mim, que faz surgir os desejos mais doces, os sentimentos mais profundos, os pensamentos mais bonitos, os segredos que não revelo, as mágoas que ninguém conhece, a magia que só alguns descobrem, a paz que nem sempre surge, o silêncio que se quer expressar, a solidão que parece não existir... mas que, ao contrário da outra, vem de dentro da alma e corrompe tudo por dentro sufocando qualquer silêncio. A solidão que sentimos diante de uma multidão. A solidão que nos faz querer abraçar o mundo. A solidão que nos faz tremer, chorar, desistir. Esta solidão insegura, que se esconde do mundo, que tem medo de se mostrar, que se isola, que não transparece... mas que está presente em muitos momentos. Momentos como este.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Acreditar

É bom quando sentimos o nosso esforço recompensado. Aliás, bom? Eu disse bom? Então peço desculpa... não é bom, é óptimo!!
Todos nós passamos por fases más durante a nossa vida. Fases em que só nos apetece desaparecer, bater com a cabeça nas paredes, fazer uma viagem sem dia para voltar, enfim... quem não conhece os pensamentos de alguém a quem a vida não está a correr como era desejado?...
Podemos pensar que a vida não vale a pena, que somos as pessoas mais infelizes do mundo, que tudo e todos estão contra nós, que a "tal fase negativa" está a durar mais do que queremos, mas há uma coisa que nunca podemos deixar de fazer... Acreditar.
Nunca deixem de acreditar e de ter esperança que as coisas melhorem. Esse é o primeiro passo. Se conseguirmos dar esse, seguem-se os outros que nos vão fazer sorrir ao demonstrar que é possível, graças á força que cada um de nós tem em si.
Hoje eu digo com 99% de certezas... que graças a essa força, estou a recomeçar a acreditar em mim!*

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Que Gravidade!

Estou em crer que as sondagens de 2006, que demonstravam que tinham nascido menos bébés no ano, vão ser um pouco diferentes este ano!
Nunca vi tanta grávida como ultimamente... Para todo o lado onde olho, existe uma grávida. Isso leva-me a concluír a mim, mera cidadã deste mundo, que, das duas uma, ou o Inverno passado foi extremamente rigoroso (o que de facto já não me recordo...) ou as grávidas andam a perseguir-me. Visto que a segunda hipótese é pouco provável, aposto na primeira!
Teorias á parte acho muitíssimo bem que venham por aí mais bébés. Não só porque isso aquece os paizinhos dos bébés como também e principalmente porque o mundo precisa de mentalidades jovens!!


Agora digam-me lá, aqui que ninguém nos ouve: sou só eu que vejo imensas grávidas?!?

terça-feira, 10 de julho de 2007

Grande Verdade...

Se eu tivesse de contar hoje a minha vida a alguém, poderia fazê-lo de tal maneira que me achariam uma mulher independente, corajosa e feliz. Nada disso: estou proibida de mencionar a única palavra que é muito mais importante do que os onze minutos - amor.
Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama plenamente.
E quem ama plenamente, sente-se livre.
Por causa disso, apesar de tudo o que posso viver, fazer, descobrir, nada faz sentido. Espero que este tempo passe depressa, para que eu possa voltar á busca de mim mesma - sob a forma de um homem que me entenda, que não me faça sofrer.
Mas que disparate é este de que falo? No amor, ninguém pode magoar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso.
Já me senti ferida quando perdi os homens por que me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.
Essa é a verdadeira essência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem a possuir.


Onze minutos
by Paulo Coelho

segunda-feira, 9 de julho de 2007

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Vale a pena pensar nisto...

Somos tão egocêntricos... lamentamos-nos por tudo e por nada e nem nos damos conta de que há pessoas, por todo o mundo, que desejavam trocar os seus problemas por todos os nossos. É óbvio que cada um tem os seus problemas e não estou aqui a menosprezar nenhum deles, porque tal como se diz e bem: cada um sabe de si, mas não posso deixar de observar, por vezes, pessoas a lamentarem-se por coisas tão insignificantes comparadamente a uns que não têm o que comer, o que vestir, uma casa para dormir, um tecto para se abrigarem da chuva e do vento no Inverno. Esses sim têm todas as razões para chorar.
Quando pensarem que são o ser mais infeliz do mundo lembrem-se que a verdadeira infelicidade começa onde a sobrevivência passa a ser o principal objectivo de vida.


terça-feira, 3 de julho de 2007

O Equipamento Cor-de-rosa...




Ricardo Araújo Pereira....
és um espectáculo! lol

segunda-feira, 2 de julho de 2007

O Doce Toque do Sentimento


Eu, tu e o nosso doce desejo. Os teus lábios tocavam os meus, as tuas mãos acariciavam os meus cabelos enquanto o meu toque deslizava pelo teu corpo... O teu cheiro doce consomia-me de desejo e o teu olhar encontrava, finalmente, o meu para lhe mostrar todo o amor que existia dentro dele. Era nesse momento que ambos sabíamos o quão grande era o que nos unia. Sentia a tua pele enquanto deixava sentires suavemente a minha, enquanto soltavamos suspiros de prazer. Dei-te um beijo, senti a tua respiração ofegante enquanto me beijavas também. As tuas mãos percorriam cada pedacinho do meu corpo. Senti o teu cheiro, o teu fogo, a tua chama a incendiar-me completamente de paixão. Quando pensei que só podia ser um sonho... os teus lábios pronunciaram a palavrinha mágica e eu pude perceber que era tudo bem real. Beijaste-me como se o amanhã fosse uma invenção e eu só conseguia pensar em como te adoro. Eu e tu? Não. Somos apenas um.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Finalmente...


Sem mais nada a acrescentar.